Ai, um olhar novo no meu sorriso antigo trazendo esperança de existência futura aos nossos gestos contidos. Ai, esse começar outra vez sem ponto de partida e longe do que fui tão confortavelmente. Ai, de novo esse custar a aquecer o peito e obcecar em esquecer a vida. Ai, essa tentativa infinita de não correr desembestada, não cair da cama, não domir na sarjeta. Por ora vou focar em calçar os sapatos.
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